quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pra todo dia

Esses dias, cansada dos biscoitos de água e sal resolvi fazer panquequinhas para o café da manhã, depois de ter descoberto, dias antes, que a receita da panqueca era uma piada.

Aproveito pra deixar registrada aqui a minha indignação com a minha amada e idolatrada língua portuguesa no que diz respeito a esse termo "café da manhã". Oras, por que querer determinar a hora do dejejum para todos os usuários desse mesmo idioma? Não, isso não é certo. Me apego aos termos utilizados nos outros idiomas que já estudei: desajuno, petit déjeneur e o mais famoso de todos, breakfast. Termos esses com os quais me identifico melhor, já que independente do horário individual do despertar de cada um, a primeira refeição do dia é um DEJEJUM e não deve, necessariamente, ocorrer pela manhã. #falomesmo

Bem, voltando às panquequinhas, lembrei de uma época remota da vida, quando me dava ao luxo de desfrutar, em Mykonos, deliciosos crepes na cia dos amigos navegantes. Havia um sabor que me cativava em especial: BAILEYS. Pois bem, tinha em casa uma garrafa do Baileys café e outra de menta com chocolate. Já que eu estava na terra do "café da manhã", resolvi usar o sabor café.

Creme de leite + Baileys + chocolate do frade, tudo medido ao gosto do freguês et voilá! Um creme de sabor perfeito (para o freguês, claro).
Camadas de panquecas e creme, intercaladas e NHAC!



Quando tiver um bistrô, darei a essa delícia o nome de "ardósia", devido às camadas aparentes que desde criança eu adorava ficar contando quando estava em alguma piscina que possuísse esse revestimento na borda.

Fiquei um pouco bêbada depois desse petit déjeneur alcoólico. Da próxima vez, preparo para a sobremesa...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Mago

Outro dia conversei com um amigo sobre a carta do tarot que corresponde a cada pessoa e hoje resolvi fazer um teste bobo de internet sobre isso pra me distrair. E não é que deu O MAGO? Bem, uma vez eu já havia consultado em algum outro lugar e a carta foi essa mesma. Bem, lá vai a descrição, in english mesmo, só pra eu não esquecer. Depois coloco a tradução, pra minha amiga Kariman ler. Ela já sabia de tudo isso, certeza. Hhahahaha



You are The Magician

Skill, wisdom, adaptation. Craft, cunning, depending on dignity.

Eleoquent and charismatic both verbally and in writing, you are clever, witty, inventive and persuasive.

The Magician is the male power of creation, creation by willpower and desire. In that ancient sense, it is the ability to make things so just by speaking them aloud. Reflecting this is the fact that the Magician is represented by Mercury. He represents the gift of tongues, a smooth talker, a salesman. Also clever with the slight of hand and a medicine man - either a real doctor or someone trying to sell you snake oil.

Tradução:

Habilidade, sabedoria, adaptação. Artesanato, astúcia, dignidade.
Eloquente e carismático tanto verbalmente quanto na escrita. Vc é inteligente, espirituoso, criativo e persuasivo. Nos termos antigos, é a habilidade de fazer as coisas acontecerem simplesmente por pronunciar as palavras em voz alta. O reflexo disso é o fato de O MAGO ser representado por Mercúrio. Ele representa o dom das línguas, da fala suave, do vendedor. Também é inteligente com o dom das mãos e da medicina - tanto um médico propriamente dito como alguém que tenta te vender óleo de cobra.

O MAGO é o poder masculino da criação, criação pela força de vontade e pelo desejo.


Agora esta é a transcrição da carta pelo livro de tarot que eu tenho:


Nos tarôs clássicos e modernos, revela um jovem em pé, símbolo do vigor e das aspirações, lidando habilmente com as mãos, símbolo de atitudes pessoais, absorvendo toda a energia criativa universal com seu valioso bastão, símbolo do poder mágino para emaná-la no plano ral e prático, simbolizado pela mesa. Sobre sua cabeça está a Lemniscata, ou um chapéu símbolo do infinito e de todas as possibilidades do universo, mas será ue tudo isso se encontra em sua mente? O Mago para criar seu intento - O Tarô -, sua obra, seu projeto, sua vida, se utiliza de todas as possibilidades do mundo simbolizado pela forma rudimentar dos quatro elementos que irão se manifestar em sua forma mais primorosa do arcano 21, O Mundo:

moeda, pentáculo, dados pedra ou um touro = elemento TERRA = material, bens, posses.

espada, faca, lança, machado ou um anjo = elemento AR = mental, metas, planejamento.

taça, copo, jarra, cabaça ou uma águia = elemento ÁGUA = sentimental, desejo, intuição.

bastão, vareta, caldeirão, raios ou um leão = elemento FOGO = espiritual, aspiração, harmonia.

Todo o simbolismo deste arcano gera um grande número de possibilidades, muito trabalho, intenso livre-arbítrio, grande criatividade mas pouquíssima conclusão. Simbolza sempre o início de qualquer atividade: trabalho, namoro, relação, estudo, compra, venda, crenças.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Miscelânea de volta!

Ahh, hoje resolvi voltar aqui e escrever. Escrever sobre as coisinhas que penso e/ou faço.

Sempre fui contra o mal trato de animais em qualquer situaçao mas ainda assim julgava que não seria capaz de abandonar o consumo de carnes, principalmente as vermelhas. Bem, agora que resolvi de vez ser contra o sacrifício de animais, vou me dedicar a novas descobertas palativas, olfativas e visuais também, claro.

Pra desovar alguns defuntos congelados da minha geladeira, ante-ontem fiz risoto de camarão seco, ontem nhoque com peito de frango e então hoje, me joguei na temida proteína de soja. :$

Já vinha consumindo soja há algum tempo, mas sempre misturada à carne moída, pra disfarçar o "gostinho" forte (de feijão???) que ela tem. Foi então que resolvi lutar com todas as forças e com todas as especiarías que tinha em casa.
Curry (muuuito curry) + pimenta calabresa (muita também) + uvas passas + mel + mostarda + molho inglês. Ufa! Venci a soja!
Matutei no que fazer com aquela delícia toda e me resolvi por panquecas. O que eu não sabia era que a receita de pancquecas rendia a beça, partindo-se da premissa de que minha frigideira é bem pequena. Fiquei mais de meia hora fazendo panquecas. Mini mil panquecas. :P
Bem, daí enrolei as mil panquequinhas e pensei no molho de mostarda e mel. Nunca havia provado esse molho e tampouco ouvido falar dele até que lançaram esse novo sabor de Ruffles. Busquei a receita na net e das 9 que li, nenhuma era igual a outra. Foi então que inventei a minha usando o que tinha em casa. Não tinha a tal mostarda Dijon, mas tinha 3 sachês de mostarda Hellmans, um frasco de mostarda Quero e grãos de mostarda para moer. Usei azeite, vinagre branco de àlcool, pimenta do reino moída na hora, as 3 mostardas citadas e um pouco de mel de laranjeira que tava rolando em casa (mel esse que uma argentina deixou para uma amiga carioca que estava hospedada no mesmo hostel que ela em Salvador. Saindo de lá minha amiga carioca veio me visitar em Itacaré e trouxe o tal mel. Não usou e partiu deixando-o aqui em casa. Eu precisava dar um fim digno a ele, mas não gosto de mel assim, puro, cheirando a mel e com aquela doçura toda) Me dei bem. Ficou ótimo o molho e sobre as panquequinhas então, ooh la la.
Preparei um arroz com azeite e muito alho pra acompanhar minhas deliciosas-mini-panquecas-picantes-agri-doces. Isso é Miscelânea. :D